Vacinas como, quando e porquê?


Sabendo que a cobertura vacinal no Brasil tem diminuído por um desinteresse dos pais, por culturas que atualmente focam o egocentrismo, por pais que não se preocupam com os filhos ou estão atentos a outros assuntos que não a prevenção de doenças que a muito já eram consideradas erradicadas.

Pois bem a POLIOMIELITE ou Paralisia Infantil é uma enfermidade que todos nós temiamos no passado, e a imagem era chocante, ver um amigo na escola com cadeira de rodas, vocês se lembram disso?

                                            

 

Estamos por falta de interesse nas campanhas de vacinação, desprezo pelos filhos, e outros motivos ainda desconhecidos, o risco dessa doença e outras começam a rondas os municípios brasileiros.


Infelizmente, tivemos alguns eventos  esportivos como Panamericano, Olimpíadas, Copa do Mundo nos últimos anos que além de contribuírem para a corrupção, ainda fizeram com que os interesses financeiros pela arrecadação, alguns protocolos fossem abandonados pelos governantes, como por exemplo exigências de vacinas, e um maior controle com pessoas oriundas de países que ainda convivem com certas enfermidade que já tinham sido erradicadas aqui, além é claro, da situação crítica que o governo Venezuela colocou seu povo e os obrigou a fugir para o Brasil, o terremoto no Haiti. A migração de africanos que não encontram boas condições em seus países e acabam vindo desesperados e devem ser recebidos, porém se faz necessário alguns procedimentos para evitarmos a chegada de novas enfermidades como aconteceu com a ZIKA.

Clique no link e compartilhe com seu filho, alunos, parentes e amigos a cartilha de vacinação:

Cartilha sobre vacina

Crianças

Manter as crianças com as vacinas em dia é uma importante tarefa para pais e responsáveis. A vacinação é a melhor forma de proteger as crianças de doenças graves. Em alguns casos, a proteção é para o resto da vida.

O Calendário Nacional de Vacinação é organizado para proteger as crianças no início da vida, quando elas estão mais vulneráveis e antes que elas sejam expostas a doenças graves.

Documento para vacinação

Para vacinar, basta levar a criança a um posto ou unidade básica de saúde com o cartão da criança. O ideal é que toda dose seja administrada na idade recomendada. Entretanto, se perdeu o prazo para alguma dose é importante voltar à unidade de saúde para atualizar as vacinas.

Quando chegar ao local de vacinação, o profissional de saúde irá fazer perguntas sobre a saúde da criança, se ela tem alergias ou algum problema de saúde. Se a criança está com febre ou gripada na época da vacinação, procure a unidade de saúde para orientação se esta pode ser vacinada ou se aguarda até ela se recuperar.

A maioria das vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação é destinada a crianças. São 12 vacinas, aplicadas antes dos 10 anos de idade em 25 doses.

Doses:

Ao nascer

  • BCG (Formas graves de tuberculose, principalmente miliar e meníngea)
  • Hepatite B

2 meses

  • Pentavalente (Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B e Meningite e infecções por HiB) – 1ª dose
  • Vacina inativada poliomielite (VIP) (Poliomielite ou paralisia infantil) – 1ª dose
  • Pneumocócica 10 Valente (Pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo) – 1ª dose
  • Rotavírus (diarreia por rotavírus) – 1ª dose

3 meses

  • Meningocócica C (Doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C) – 1ª dose

4 meses

  • Pentavalente (Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B e Meningite e infecções por HiB) – 2ª dose
  • Vacina inativada poliomielite (VIP) (Poliomielite ou paralisia infantil) – 2ª dose
  • Pneumocócica 10 Valente (Pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo) – 2ª dose
  • Rotavírus (diarreia por rotavírus) – 2ª dose

5 meses

  • Meningocócica C (Doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C) – 2ª dose

6 meses

  • Pentavalente (Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B e meningite e infecções por HiB) – 2ª dose
  • VIP (Poliomielite ou paralisia infantil) – 2ª dose

9 meses

  • Febre Amarela – dose única

12 meses (1 ano)

  • Tríplice vital (sarampo, caxumba e rubéola) – primeira dose
  • Pneumocócica 10 valente (Pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo) – Reforço
  • Meningocócica C (Doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C) – reforço

15 meses (um anos e três meses)

  • DTP (Difteria, tétano e coqueluche) – Reforço
  • Vacina Oral Poliomielite (VOP) – (Poliomielite ou paralisia infantil) – Reforço
  • Hepatite A – dose única
  • Tetra viral (tríplice viral + varicela) – Uma dose

4 anos

  • DTP (Difteria, tétano e coqueluche) – Reforço

9 anos

  • (Meninas) HPV (Papiloma vírus humano) – 2 doses com seis meses de intervalo

Adolescentes

A caderneta de vacinação deve ser frequentemente atualizada. Algumas vacinas só são administradas na adolescência. Outras precisam de reforço nessa faixa-etária. Além disso, doses atrasadas também podem ser colocadas em dia. Veja as vacinas recomendadas a adolescentes:

Meninas 9 a 14 anos

  • HPV – duas doses

Meninos 12 e 13 anos

  • HPV – duas doses

12 e 13 anos

  • Meningocócica C (Doença invasiva causada porNeisseria meningitidis do sorogrupo C) – Dose única ou reforço

10 e 19 anos

  • Hepatite B – Três doses, de acordo com a situação vacinal
  • Febre Amarela – Uma dose se nunca tiver sido vacinado
  • Dupla Adulto (Difteria e tétano) – Reforço a cada 10 anos
  • Tríplice viral – duas doses, a depender da situação vacinal anterior

Adultos

É muito importante que os adultos mantenham suas vacinas em dia. Além de se proteger, a vacina também evita a transmissão para outras pessoas que não podem ser vacinadas. Imunizados, familiares podem oferecer proteção indireta a bebês que ainda não estão na idade indicada para receber algumas vacinas, além de outras pessoas que não estão protegidas. Veja lista de vacinas disponibilizadas a adultos de 20 a 59 anos:

20 a 59 anos

  • Hepatite B – Três doses, de acordo com a situação vacinal
  • Febre Amarela – Uma dose se nunca tiver sido vacinado
  • Tríplice Viral – Se nunca vacinado, são duas doses para quem tem 20 a 29 anos e uma dose para 30 a 49;
  • Dupla adulto (DT) – Reforço a cada 10 anos

Idoso

São três as vacinas disponíveis para pessoas acima de 60 anos, além da campanha de vacinação contra gripe:

  • Hepatite B – Três doses, de acordo com a situação vacinal
  • Febre Amarela – Uma dose se nunca tiver sido vacinado
  • Dupla adulto (DT) – Reforço a cada 10 anos

Gestantes

A vacina para mulheres grávidas é essencial para prevenir doenças para si e para o bebê. Elas não podem tomar as mesmas vacinas que qualquer adulto e, portanto, têm um esquema vacinal diferenciado. Veja as vacinas indicadas para gestantes:

  • Hepatite B – Três doses, de acordo com a situação vacinal
  • Dupla Adulto (DT) – Três doses, de acordo com a situação vacinal
  • dTpa (Difteria, tétano e coqueluche) – Uma dose a cada gestação a partir da 20ª semana de gestação.

Viajantes

VIAJANTES NACIONAIS

Viagens para áreas com recomendação de vacinação contra febre amarela no Brasil:A vacina febre amarela é indicada para residentes e/ou viajantes que se destinam às Áreas com Recomendação de Vacinação (ACRV), com pelo menos 10 dias de antecedência da data da viagem. Apenas uma dose é recomendada para a prevenção da doença, não sendo mais necessária dose de reforço da vacina.

VIAJANTES INTERNACIONAIS

Segundo recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), a partir de julho/2016 é necessária apenas uma dose da vacina de febre amarela para a emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) que passa a ter validade para a vida toda.

No endereço eletrônico da http://www.anvisa.gov.br/viajante/  é possível verificar as orientações para o país de destino – inserindo o país de destino no campo solicitado – bem como informações sobre exigência de vacinação e a emissão do CIVP.

No Brasil não há obrigatoriedade de comprovação vacinal para entrada no país, no entanto, o Ministério da Saúde do Brasil recomenda que os turistas internacionais atualizem a sua situação vacinal previamente à chegada ao Brasil, conforme as orientações do calendário de vacinação do país de origem ou residência.

Vacina para grupos especiais

O Ministério da Saúde, em conformidade com a Constituição Federal e atendendo aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), implantou, de forma gradual, os Centros de Referências de Imunobiológicos Especiais (CRIEs) em todo o território brasileiro desde 1993.

Os CRIEs têm como finalidade facilitar o acesso da população aos imunobiológicos especiais, em especial das pessoas com imunodeficiências congênita ou adquirida e de outras condições especiais de morbidade ou pessoas expostas a situações de risco.  Além disso, os Cries buscam garantir os mecanismos necessários para investigação, acompanhamento e elucidação dos casos de eventos adversos graves e/ou inusitados associados temporalmente à aplicação de imunobiológicos.

Até o ano de 2016, todas as Unidades Federadas contavam com, pelo menos, uma unidade do CRIEs. Atualmente, existem 47 unidades localizadas em todo o território nacional.

Clique no link abaixo e veja o manual completo

Manual dos Centros de Referência de imunobiológicos especiais

 

Fonte: http://portalms.saude.gov.br


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